domingo, 14 de agosto de 2011

curiosidade sobre a Coruja




De temperamento tímido, quietas e discretas, as corujas ficam mansas no cativeiro, principalmente se criadas desde filhotes. Pousam na mão do dono e aceitam alimentos dados por ele.
As corujas, mochos e caborés estão colocados na ordem dos Strigiformes, rapinantes noturnos que chamam a atenção por causa da cabeça grande, aparentemente maior por causa da plumagem, grandes olhos fixos, posicionados para diante, à maneira do ser humano (ao contrário dos outros pássaros que têm os olhos dos lados da cabeça), ouvidos desenvolvidos que são mais aguçados que os das outras aves e plumagem macia, de penas fofas e soltas.
A cor da plumagem vai desde o branco amarelado até o preto, passando pelo cinza e pelo marrom. Estas cores têm a sua utilidade: ajudam no mimetismo, quando, de dia, a coruja se confunde com os troncos das árvores e dorme sossegada, invisível para os outros pássaros que a atacariam imediatamente se a vissem, pois a coruja ataca também a eles e aos seus filhotes.
As Strigiformes estão divididas em duas famílias e 126 espécies. Destas, 18 existem no Brasil. Estão espalhadas pelo mundo todo: há a coruja das neves, branca, que vive no Pólo Norte, e a coruja das Filipinas, que é pescadora. Entre nós, são mais populares a suindara ou coruja igrejeira, que gosta de nidificar nas torres de igreja ou em casas abandonadas; o caboré do campo ou coruja buraqueira, que aproveita os buracos de cupim para morar e nidificar; a coruja do mato, orelhuda, e o caboré.
No norte, a coruja é considerada, mais do que no sul, uma ave de mau agouro. Mas muita gente pensa diferentemente. Fernando Capocchi Novaes, um advogado de Santos, SP, diz, por exemplo: "Se são chamadas de agourentas, é porque eram consideradas os pássaros das bruxas. Mas os gregos consideravam a coruja como a ave da sabedoria. Isso de azar é pura crendice popular". Fernando tem uma suindara há 7 anos, um casal de caborés há 4 anos e um mochinho há 3 meses.
A divisão diurna da coruja é igual a dos outros pássaros: ao contrário do que se pensa, ela não é cega durante o dia. Ela tem um campo de visão maior que o das outras aves. Sua pupila se dilata para aproveitar ao máximo a luz, pois ela não enxerga melhor à noite.
Depois do entardecer a coruja sai à caça. Tudo o que se move e faz barulho chama sua atenção. Ataca outros pássaros, gafanhotos, grilos, ratos, camundongos, vive da caça. Na natureza é útil e necessária para o equilíbrio da ecologia: caça animais que são pragas nas plantações. Se colocada num silo de trigo, uma coruja sozinha acabará com todos os ratos que se aproximarem.
Seus inimigos mortais são os gaviões, as cobras, os gatos do mato. Mas apesar do seu ar parado, a coruja é muito esperta para escapar deles. E, além de esperta, atenta: ela tem uma particularidade interessante, é capaz de virar a cabeça num ângulo de 180º e de esticar o pescoço para cima. Sua cabeça não se move, mesmo que movamos o seu corpo, quando ela está prestando atenção a alguma coisa.
CORUJA: HÁBITOS E CUIDADOS
Vida média: espécies grandes, de 15 até 20 anos. As pequenas vivem menos, mas é difícil precisar quanto.Porte: a maior coruja brasileira, o mocho orelhudo, tem 51 cm de altura; a menor, o caboré, tem 17 cm.Higiene: as corujas não costumam tomar banho, pois se molhadas não podem voar, devido à densidade de suas penas. Mas às vezes gostam de ficar na chuva.
Alimentação: Para aves adultas: pedaços de carne, insetos, como o gafanhoto, larvas de Tenébrio, pássaros e pequenos animais mortos. As corujas não estão acostumadas com animais mortos e podem demorar a se acostumar com esta alimentação. Os filhotes bem novinhos podem ser alimentados com carne moída e um ovo cozido. As corujas tem a particularidade de engolir o alimento todo de uma vez, aproveitar a carne e regurgitar penas e ossos, em forma de rolinhos.Hábitos: vive à noite, dorme durante o dia, com exceção de algumas espécies que vivem também de dia. Deve ser alimentada à noite.Acomodações: viveiro grande, um mínimo de 2x3 m individual ou para casal, com uma caixa de madeira com um buraco, onde a coruja possa acomodar-se e nidificar. No chão da caixa, areia e serragem. Poleiro num canto mais sombreado, onde ele possa ficar durante o dia. A coruja não pode conviver com outros pássaros, pois os atacaria, o mesmo acontecendo com corujas de outras espécies: a maior mataria e comeria a menor. Se for um casal, podem ficar juntos. O viveiro também deve ficar longe dos viveiros dos outros pássaros, de modo que estes não vejam nem ouçam a coruja.Acasalamento e reprodução: na natureza o macho se aproxima da fêmea, com uma presa nas garras. Se ela aceitar o presente, dá-se o acasalamento. A fêmea põe de três a cinco ovos por postura. Tempo de incubação: de 32 a 34 dias. Os filhotes têm uma variação grande para começar a voar, conforme a espécie: de 64 a 86 dias.

O comportamento do maior predador dos oceanos

De todos os animais do planeta, o tubarão branco é o maior predador dos oceanos, com um peso de quase 2 toneladas e até oito metros de comprimento. Sua dimensão é equivalente à da orca.
O tubarão branco é muito individualista e instável, mudando de comportamento a toda hora. Uma das armas mais poderosas são centenas de sensores elétricos dispostos na parte frontal do corpo, com os quais capta até as batidas cardíacas de um outro animal à distância. Então pelo ritmo das pulsações, ele avalia se a vítima potencial está assustada ou tensa, situação em que pode ser dominada mais facilmente. O seu bote é uma cena única. O Tubarão Branco é capaz de projetar a boca para fora da face, aumentando o tamanho da mordida para perto de um metro e meio, quase o suficiente para engolir um homem em pé.

Mico Leão Dourado

Quando se escreve sobre o mico leão dourado ( popularmente chamado de sagüi, sagüi-piranha ou simplesmente mico ), o assunto geralmente se restringe à necessidade de lutarmos pela preservação desse animal ainda seriamente ameaçado de extinção, a despeito das iniciativas louváveis  da parte de  alguns conservacionistas, como a reprodução do mico leão em cativeiro e o manejo das populações selvagens – o que tem contribuído, em muito, para o aumento populacional dessa espécie.
 Mico Leão Dourado
Mico Leão Dourado
Portanto, a fim de fugirmos dessa tônica, nada melhor do que nos concentrarmos em alguns aspectos curiosos e interessantes que cercam a vida desse animal, que  é tido e havido como um verdadeiro patrimônio nacional ou como símbolo de conservação em nosso país.
O mico leão dourado é uma espécie endêmica do estado do Rio de Janeiro, e vive em geral por 15 anos, sendo que, na fase adulta, ele pesa entre 360 a 710 g. Outro dado curioso é que o mico leão dourado é um animal monógamo, ou seja, ele se mantém fiel até o fim de sua vida, constituindo assim um belo exemplo para nós seres humanos, já tão habituados à infidelidade conjugal.

Leão Branco


O leão branco constitui uma rara mutação de cor do leão-sul-africano (Panthera leo krugeri), devida a uma particularidade genética chamada leucismo. Não constitui uma subespécie. Distingue-se dos outros apenas pela sua pelagem muito clara (quase branca), causada por anomalias em seus genes. Os seus olhos são dourados ou azuis.

Esta característica não acarreta problemas fisiológicos – ao contrário do albinismo, o leucismo não confere maior sensibilidade ao sol. No entanto constitui uma desvantagem, pois reduz a sua capacidade de camuflagem na caça às suas presas.

Estes leões nunca foram muito vulgares na natureza. O gene que confere esta característica é recessivo, e apenas se revela quando são cruzados indivíduos portadores do gene mutante. Este cruzamento é feito propositadamente em zoológicos e por essa razão é nestes onde existe o maior número de indivíduos. Aparecem também na reserva de Timbavati e no parque Kruger, na África do Sul.

Existem também leões brancos por albinismo; esses possuem os olhos vermelhos e apresentam grande sensibilidade ao sol.

Gato-do-mato


O gato-do-mato ou gato-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus) é um felino também conhecido também pelos nomes de gato-do-mato-pintado, gato-selvagem e gato-tigre.
Gato-do-mato é o nome comum a diversas espécies do gênero Felis, todas com menos de 1 m de comprimento. Entre elas estão o gato-tigre (Felis tigrina) do tamanho de um gato doméstico, o menor dos gatos, o maracajá (Felis wiedii) e o Felis geoffroyi, pouco maior que os outros dois, mas apresentando manchas menores e em maior número. A jaguatirica (Felis pardalis) é um gato-do-mato de maior porte.
Habitat: ocorre da Costa Rica ao norte da Argentina
Hábitos Alimentares: alimentam-se de pequenos animais tais como ratos, pássaros e insetos, e medem cerca de 50 centímetros.
Sua gestação dura 70 dias, a prole consistindo de um a dois filhotes.
Filhote de gato-maracajá
Embora semelhante à jaguatirica, com a qual é confundido, o gato-do-mato se distingue pelo pequeno tamanho; é o menor dos felinos silvestresbrasileiros, e pelas manchas em sua pelagem, rosetas parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo, mantendo geralmente um lado aberto, enquanto a jaguatirica tem manchas alongadas, que dão à sua pele a impressão de ser listrada.
Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente negros, melânicos, e o curioso é que uma gata de pelagem normal, pintada, pode ter filhotes negros, que por sua vez tem descendência de pelagem normal, num processo que os cientistas ainda não entendem bem, mas que acontece também com a onça-pintada e a pantera, que também podem nascer negras (pantera-negra).
Os gatos-do-mato têm hábitos noturnos e geralmente vivem nas matas. Caçam no chão, onde são muito ágeis, ou nas árvores, e se alimentam de pequenos mamíferos, aves, répteis e anfíbios.
Durante a noite chegam a invadir galinheiros onde causam grandes estragos. São inofensivos ao homem, mas defendem-se ferozmente quando atacados. Geralmente a fêmea dá a luz em algum oco de árvore ou em uma moita de arbustos bastante densa, onde possa esconder os filhotes.

Devido à sua pele muito bonita, utilizada em roupas e acessórios, os gatos-do-mato são bastante perseguidos, estando ameaçados de extinção.
No Brasil, é proibido manter gatos-do-mato como domésticos, sob pena de multa e detenção.
Das três espécies, apenas o gato maracajá chega a atingir o sul dos Estados Unidos, as outras duas são comuns nas florestas das Américas Central e do Sul.

Husky siberiano


O husky siberiano tipicamente possui uma estrutura física musculosa ("husky" significa "robusto" em inglês), e são fortes comparados a outros cães do mesmo porte.

Eles são cobertos por uma densa camada dupla de pêlo que tem uma variedade de cores e padrões, comumente com pernas e patas brancas, manchas no rosto e a ponta do rabo branca. As cores mais comuns são branco e preta, branco e cinza, branco e vermelho cobre, e branco puro, ainda que muitos indivíduos têm variações marrons, avermelhadas, marrom clara e alguns são malhados.

Seus olhos podem ser de várias cores, mas predominantemente azuis, castanhos ou verdes. A cor azul clara é característica, apesar de não dominantes.

 O husky é um cão muito peludo, mas fácil de cuidar. Não precisará de banhos frequentes, tosa, nem muitas escovações. Ele cultiva o hábito de lamber o pêlo e tem pouco cheiro. Na época da muda, que ocorre no máximo duas vezes ao ano, o pêlo cai muito, e isso vai exigir que ele seja escovado mais frequentemente. A raça é também bastante saudável e os problemas mais comuns estão relacionados à visão (catarata, glaucoma, atrofia progressiva da retina).

O Husky ganhou notoriedade em 1925, quando uma aldeia na Alasca foi vítima de uma epidemia. Como tempestades de neve impediam que aviões levassem remédios e alimentos, 150 cães puxadores de trenó foram designados para a tarefa. Em cinco dias e meio, percorreram 1.054 quilômetros. O trecho mais complicado e difícil ficou sob a responsabilidade dos Husky Balto e Togo, líderes de uma matilha.

A pantera Negra





A Pantera Negra é um mamífero carnívoro, mede aproximadamente 1,50m de comprimento e a sua cauda mede também cerca de 1 metro. Assim da ponta da cauda à ponta do focinho chega a medir 2,5m e pesa cerca de 100 kg.
As suas garras são muito longas e afiadas, constituem, juntamente com os dentes, perigosas armas de ataque e defesa.
A Pantera Negra tem um corpo musculoso e ágil, e os orgãos dos sentidos muito apurados com reflexos rápidos .
O que comem?
Por viver em ambientes muito diferentes, a alimentação da Pantera é também muito variada. Mas, em geral, as suas presas são animais detamanho médio como antílopes, macacos e até cães.